quinta-feira, 17 de abril de 2014

A CRÔNICA DA SAUDADE - 17-04-2014




                                                                                     



     NELSON GONÇALVES

          Há dezesseis anos, no dia 18 de abril de 1998, o Brasil perdia muito da sua musicalidade e do seu romantismo com o falecimento de um dos seus mais consagrados cantores de todos os tempos, ídolo de milhões de brasileiros e dono de uma voz inconfundível: Nelson Gonçalves.

Filho de pais portugueses, que passaram a residir em São Paulo, no bairro do Braz, logo após o nascimento do primogênito, Antonio Gonçalves Sobral (era este o verdadeiro nome de Nelson Gonçalves), que nasceu em Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, no dia 21 de julho de 1919.

Aos 16 anos, tornou-se lutador de boxe na categoria peso-médio, até que, dois anos depois, resolveu tentar a sorte como cantor. Num programa de calouros da Rádio Tupi de São Paulo fez a primeira tentativa e foi reprovado. Na segunda, foi contratado. Tentou fixar-se no Rio de Janeiro, mas foi em São Paulo onde recebeu convite para um teste de gravação e foi recomendado a RCA Victor pelos compositores Osvaldo França e Rosano Monello. Foi com a ajuda de Benedito Lacerda que gravou, em 1941, seu primeiro disco, onde o samba Sinto-me Bem, de Ataulfo Alves, fez um relativo sucesso, garantindo ao cantor dois contratos: um, com a gravadora e, outro, com a Rádio Mayrink Veiga, para onde foi levado por Carlos Galhardo. Nesse mesmo ano, ao gravar Renúncia, de Roberto Martins e Mário Rossi, deu início à uma série de sucessos que marcariam a década de 40, como a célebre canção Maria Bethânia, de Capiba, os tangos Carlos Gardel e Hoje Quem Paga Sou eu, de Herivelto Martins e David Nasser.

            Na década de 50, gravou sucessos marcantes de Adelino Moreira, como A Última Seresta e A Volta do Boêmio, além de parcerias com o compositor em Mariposa, Timidez e no bolero Fica Comigo Esta Noite. No final da década, Nelson tornou-se viciado, passando a travar uma dramática batalha contra as drogas, problema que acabaria por ocasionar uma interrupção em sua carreira em 1962, quando foi preso por acusação de tráfico, tendo sido absolvido em julgamento.

            Nessa época, formou-se um mutirão de amigos que se uniram em torno da sobrevivência do cantor... do seu retorno às atividades artísticas... de sua volta aos shows, às gravações e ao sucesso. Por telefone, ele pedia socorro. E foram muitas as vezes em que inventamos temporadas na Rádio Borborema de Campina Grande, onde ele vinha e se apresentava cercado de cuidados, acompanhado da esposa, que o mantinha afastado das drogas. Em 1965, ele já era o mesmo Nelson de sempre. Gago, inteiramente gago ao falar; perfeito, totalmente perfeito, ao cantar.

            Em vida, nenhum cantor popular foi maior do que Nelson: gravou 120 LPs,  20 CDs, vendeu 50 milhões de discos, ganhou 15 discos de platina e 41 de ouro.

           E ficou para sempre no coração do povo brasileiro. 



            https://www.youtube.com/watch?v=8YaOWBvx_Ms

domingo, 9 de março de 2014

A CRÔNICA DO DIA - 08 de março 2014




                                                                                   



SUPREMO DEBOCHE

Devido a alguns problemas de saúde que me fizeram passear, por alguns dias, em consultórios médicos e hospitais, tive que ficar, desde o dia 27 de março, com o julgamento dos embargos infringentes dos mensaleiros entalado na garganta, sem que surgisse uma única oportunidade para que escrevesse algo a respeito.

Hoje, finalmente, estou tranquilo e a postos diante do computador, pronto para, até que enfim, dizer - como num desencargo de consciência - tudo o que penso a respeito destta farsa que inocentou os mensaleiros do crime mais evidente que era o de formação de quadrilha, já que todos sempre agiram juntos e por um mesmo motivo, acatando as ordens do chefe José Dirceu que, por sua vez, só fazia o que o Lula mandava.

Durante um grande período de tempo, fiquei diante da TV, pasmado, ouvindo o que  cada um dos defensores dos reus diziam, tentando provar, por A mais B, que não houve formação de quadrilha na ação constante dos mnsaleiros no seu trabalho permanente de fazer uso do dinheiro público para calar a boca dos adversários, quando estava em jogo algum assunto de interesse do Governo.

Sempre foi assim: era o chefe José Dirceu a ouvir o que o Lula tinha a dizer e trasmitindo tudo, ítem por ítem, aos mensaleiros, especialmente, a Delúbio Soares e José Genoino, que logo partiam para cumprir as ordens, botando uma graninha nas mãos de todos os indicados e garantindo, assim, que o chefe supremo dormisse em paz.

Agora, eis que o Supremo Tribunal Federal - justamente o órgão público que mais tem revigorado a alma dos brasileiros -, numa decisão insensata, inocentou todos os mensaleiros do crime de formação de quadrilha.

Fui um supremo deobocre com o nosso povo, já tão sofrido.

Mais do que  nunca, o povo deve ir às ruas e exigir do Governo as reformas necessárias que devem ser feitas em nosso país, inclusive a reforma judiiciária, acabando com essa história de juizes serem indicados pela Presidência da República - justamente quem mais precisa de votos na hora do pega prá capar.

Do jeito que está, a quadrilha continua existindo... e o chefe supremo também - já que todos nós sabemos muito bem quem é.

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

A CRÔNICA DO DIA - 31/12/2013




                                                                         


                           ANO VAI... ANO VEM
                                                                                 
                                   Se não existisse um calendário para nos guiar ao longo da passagem do tempo, dividindo as nossas vidas em anos vividos, cada um deles com 12 meses e com cerca de 365 dias, sendo que, à cada 24 horas, mais uma madrugada  começa a aparecer, iluminando a escuridão de uma noite que chega ao fim, está claro que viveriámos muito mais perdidos do que por vezes nos encontramos neste nosso planeta terra.
                                   Antes do imperador Júlio Cesar, lá em Roma, com a ajuda do astrônomo Sosígenes, criar o calendário dito juliano, que hoje é utilizado por todos nós, os romanos tinham meses lunares, que começavam à cada lua nova (imaginem a confusão se ainda existisse nos tempos de hoje !).
                                   Com o ano solar, que envolve um ciclo de estações (primavera, verão, outono e inverno), tudo ficou bem mais prático, sendo que, a cada quatro anos, as horas extras acumuladas devem ser reunidas no dia 29 de fevereiro, formando-se um ano bissexto, com 366 dias.
                                   Ao término do dia de hoje, portanto, estaremos transformando em lembranças (agradáveis ou não) tudo o que vivemos em 2013 e começamos a nos preparar para enfrentar o que teremos pela frente em 2014.
                                   Por mais que a gente tenha acontecimentos trístes a lamentar a cada ano, não temos como esconder, no entanto, todos os alegres momentos vividos, cujas lembranças haverão de ficar para sempre em nossas vidas, impulsionando-nos a continuar em frente.
                                   As tristezas, normalmente, são advindas do falecimento das muitas pessoas que amamos, não só pelos laços familiares que nos unem, como, também, pela admiração que cada um deles conseguiu despertar em cada um de nós, como é o caso das muitas perdas que não podemos deixar de lamentar ao longo do ano que hoje termina, como é o caso de Adalgisa Colombo (uma das mais belas jovens eleitas como miss Brasil da nossa história), Walmor Chagas, Norma Bengell e Jorge Dória (alguns dos melhores atores e atrizes da nossa TV), Emílio Santiago, Paulinho Tapajós, Dominguinhos e Reginaldo Rossi, (Intérpretes consagrados da nossa música popular), Gilmar e Nilton Santos (dois craques do nosso futebol) e, na área política-administrativa, meu amigo Dorgival Terceiro Neto, e outras figuras marcantes, como Margareth Teatcher e Nelson Mandela, que tanto fizeram, cada um a seu modo, em favor da humanidade.
                                   A cada ano, portanto, não temos como evitar o repeteco de sempre, com alegrias e tristezas e, o que é pior e mais marcante, com desilusões que nos fazem desacreditar no mundo que estamos  construindo a cada dia, como é o caso (que nos fala mais de perto) do Brasil de hoje, quando tanto dependemos dos políticos e administradores, que são eleitos (por incrível que pareça) – única e exclusivamente, com a força do nosso voto.
                                   É 2013 que vai... é 2014 que vem.
                                 Vamos esperar que o ano que está por vir nos traga muito mais felicidade e confiança, enchendo de alegria o coração de todos os brasileiros.

                                  
                                    
                                   

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

A CRÔNICA DO DIA - 20/12/2013




                                                                               



                                        O REI DO BREGA


Nascido na cidade do Recife no dia 14 de fevereiro de 1944, Regi-naldo Rodrigues dos Santos teve uma infância como qualquer outra criança pertencente à classe média, mas soube viver com alaegria todos esses momentos da sua vida, dedicando-se, quando jovem, aos estudos, quando graduou-se em engenharia civil e, por quatro anos, foi professor de física e matemática.

Fanático pelos Beatles, Reginaldo, ao notar que recebia muitos aplausos ao cantar sucessos do rock, logo abandonou tudo o que fazia antes para se dedicar à carreira artística, apresentando-se nas boates penambucanas, iniciando, contudo, verdadeiramente, a sua carreira artística, em 1964, integrando-se à Jovem Guarda com imitações de Roberto Carlos.

Quando comandava o grupo The Silver Jets, Reginaldo passou a ser o primeiro cantor de rock do Nordeste, fáto de que muito se orgulhava.

Com mais de trezentas composições gravadas e fazendo, em média, 25 shows por mês, em todo o Brasil, Reginaldo Rossi tornou-se, realmente, o rei do brega, quando assumiu, em definitivo, o seu estilo de cantar, lançando, em todo o país, sucessos inesquecíveis, como Se Meu Amor Não Chegar, Garçom, A Raposa e as Uvas, O Pão, Deixa de Banca, Tô Doidão, Mon Amour, meu bem, ma femme e tantos outros que ficaram para sempre na lembrança dos seus fâs.

Na madrugada de hoje - neste 20 de dezembro de 2013 - Reginaldo, aos 69 anos (completaria 70 anos em fevereiro), depois de lutar heroicamente contra um câncer no pulmão, faleceu no Hospital São José, no Recife, onde estava inter-nado internado desde o dia 27 de novembro, deixando viúva Celeide Rossi e órfão o seu único filho, Roberto.

Em sua vida, toda feita de sucessos, deixou centenas de músicas gravadas, tendo recbido, ao longo da sua carreira, 14 discos de ouro, 2 discos de platina, 1 disco de platina duplo e 1 discos de diamante.

Por muito tempo ainda, o rei do brega será reverenciado por toda a sua imensa legião de fãs.

Reginaldo Rossi, com seu jeito especial de cantar, ainda vai ficar por muito tempo em nossos corações.


http://letras.mus.br/reginaldo-rossi/48346/

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

CRÔNICA DA SAUDADE - 27/11/2013




                                                                             


UMA ESTRELA BRILHANTE

Nilton dos Reis Santos, como foi batizado, ao nascer, no Rio, no dia 16 de maio de 1925, na Ilha do Governador, onde vivia e, sendo o mais velho de sete filhos, ajudava o pai a pescar, função que era o sustento da família.
As remadas no barco do pai lhe davam fôlego para as peladas da tarde, já que o nosso Nilton participava do time dos garotos da rua, onde jogava de ponta-esquerda, mostrando, de pés descalços e com uma bola de maia, que o futebol faria parte do seu futuro.
Aos 14 anos jogou pelo Fleixeiras Atlético Clube, pequeno time carioca, mas a sua primeira empreitada co chuteiras foi curta, de uma vez que, para ajudar fina nceiramente a família, teve que abandonar o futebol e começar a trabalhar como garçom.
Prestou serviço militar na Aeronáutica e foi isso que o levou novamente ao esporte, já que, em 1945, eraq o único soldado a iintegrar o time dos oficiais, impressionando a todos por sua habilidade, tanto assim que foi através dos conselhos do amigo coronel Honório Magalhães foi treinar no Botafogo, levado pelo tio do coronel e diretor-social da alviegro, Bento Ribeiro.
Aos 23 anos, Nilton Santos deixou o quartel e a Ilha do Governador e passou a morar numa república de jogadores em General Severiano, onde, nos treinos, o técnico Zezé Moreira e o presidente do clube, Calito Rocha, perceberam qualidades de um graqnde defensor e o colocaram na lateral-esquerda.
Ganhou a vaga de titular numa partida contra o Canto do Rio e não saiu mais: foram 16 anos no clube da estrela solitária, onde participou de 729 jogos, conquistando 20 títulos, inclusive quatro campeonatos cariocas e dois Torneios Roberto Gom es Pedrosa.
Mais do que simples conquistas,  Nilton, por sua maneira de saber viver e conquistar amizades, formou um círculo de amigos no Botafogo, onde se incluia Garincha, o craque das pernas tortas, do qual se tornou quase um irmão, fazendo muita coisa juntos, especialmente quando vestiam a camisa da seleção brasileira.
Titular da seleção em 1962, no Chile, onde ganhou seu segundo título de campeão do mundo, Nilton disputou, com a camisa da seleção brasileira, 82 jogos, conquistando quatro campeonatos.
Seu último jogo oficial foi, em 1964, um Botafogo X Flamen-go, no dia 13 de dezembro, onde recebeu uma homenagem do adversário pelos ser-viços prestados ao futebol brasileiro.
                                     Em 1998 foi eleito, em Paris, o lateral-esquerdo da Seleção Mundial do Século, pela FIFA.  Na posição, também foi eleito o melhor da América do Sul de todos os tempos. 
Foi casado duas vezes e tem dois filhos: Carlos Eduardo e Andréa. Em 2007, o jogador foi diagnósticado com mal de Alzheimer. Em novembro de 2013 foi internado com insuficiência respiratória. Diagnosticado com pneumonia, morreu no dia de hoje, aos 88 anos.
Todo alvinegro como eu, que viveu momentos gloriosos do Botafogo em sua mocidade, vibrando com as jogadas de Nilton Santos, Garrincha, Zagalo, Gerson, Didi e tantos outros, não tem como evitar, no dia de hoje, que uma tristeza imensa tome conta do seu ser.
A estrela solitária ainda vai brilhar por muito tempo.
 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

CRÔNICA DA SAUDADE




                                                                     


ÚLTIMA PÁGINA


Sempre me apeguei a alguns veículos da imprensa brasileira, graças, principalmente, aos seus cronistas. Por causa de Rubem Braga, colecionei,pormuito tempo, as edições do Diário da Noite, jornal editado no Rio, em tamanho tablóide, que embora não fosse tão bom quanto O Globo em se tratando de notícia, era primeiro sem segundo para mim por causa das crônicas do meu cronista preferido. E só parei de colecionar o jornal porque, num certo dia, ele deixou de circular.

Com a revista O Cruzeiro não foi diferente: rendi-me aos encantos da revista, como um todo, indo das reportagens de David Nasser ao Amigo da Onça, do meu amigo Péricles, mas não tinha como fugir à sua principal atração, ao pedacinho da edição que me cativava tanto e que, por capricho da natureza, ficava em sua última página: as crônicas, sempre belas e humanas, escritas por Rachel de Queiroz.

Era a única revista que muita gente, como eu, começava a ler por sua  página final, de trás para frente, pois era lá, na última página, que estava a crônica de Rachel.

Nascida em 17 de novembro de 1910, em Fortaleza, no Ceará, Rachel de Queiroz se destacou como escritora, publicando os livros O Quinze, As Três Marias, Lampião e tantos outros, além das peças teatrais A Beata Maria do Egito e O Menino Mágico, obras premiadas nacionalmente.

Cronista emérita, publicou mais de duas mil crônicas, cuja seleção de algumas delas proporcionou a publicação dos seguintes livros: A Donzela e a Moura Torta, 100 crônicas escolhidas, O Brasileiro Perplexo e O Caçador de Tatu.

Tendo sido a primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras- eleita para a Cadeira nº 5, em 4 de agosto de 1977, na sucessão de Cândido Mota Filho – Rachel de Queiroz foi recebida, em 4 de novembro de 1977, pelo acadêmico Adonias Filho, acabando, de uma vez por todas, com o famoso clube do Bolinha (onde menina não entrava) da nossa maior academia.

Em suas crônicas, contava, com simplicidade, as novidades da semana e conquistava, à cada história que relatava, a admiração de milhares de leitores. No dia 4 de novembro, que já passou, os brasileiros lamentaram os dez anos de saudades de Raquel, desde o dia em que Deus a levou do nosso convívio com a mesma tranqüilidade com que ela sempre viveu entre nós.

Naquele dia fatídico, ela se deitou para dormir, pensou em Deus como sempre e adormeceu - para nunca mais acordar.

sábado, 9 de novembro de 2013

A CRÔNICA DO DIA - 09/11/13




                                                                               


CICLO VEGETAL

Juca Pontes, além de ser um grande jornalista e um poeta capaz de sentir a nossa existência em suas expressões mais puras, é, acima de tudo, um amigo, daqueles que surgem em nossas vidas e que sempre se fazem presentes nos momentos em que mais precisamos de um papo despretencioso, mas necessário.

Ao longo do tempo, seja no dia-a-dia da vida de cada um de nós ou no desempenho de variadas funções no campo jornalístico, como nos setores de comunicação das administrações estaduais e municipais do saudoso Ronaldo Cunha lima e do atual senador Cícero Lucena, sempre vivemos praticamente lado a lado, lutando, costumeiramente, pelos mesmos ideais.

Apesar de ser conhecido principalmente por suas atuações jornalísticas, o nosso Juca se sobressai mais ainda, especialmente para os que o conhecem mais de perto, por sua veia poética, que aflora sempre quando a paz toma conta do seu espírito.

Ao reunir num livro suas inspirações poéticas, Juca Pontes, com ceteza, está vivendo um momento único em sua vida, longe do pega-pega e do corre-corre que faz parte da vida de um jornalista, para deixar florescer toda a poesia que sempre existiu em sua alma e que jamais deixou de fazer parte da sua personalidade.

Hoje, portanto, neste dia 9 de novembro (que parece rimar), Juca Pontes estará lançando o seu livro de poesias, intitulado CICLO VEGETAL, ali, na Livraria Leitura, no Shopping Manaira, às 19.30 horas, com a presença dos muitos amigos e admiradores.

Estendo o convite que me foi feito a todos os que me aconpanham na net, na certeza de que todos, ao tomar conhecimento da obra poética do Juca, haverão de agradecer pela lembrança.